Montanha, meio ambiente, amizade e, principalmente, Jesus
atualizado em 27.05.2003
AS ALTURAS
DOS MONTES PERTENCEM
A DEUS.

Salmo 95:4
 

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PETAR, Parque Estadual Turístico
do Alto Ribeira.
Atividade Realizada no feriado de 12/10/2001.
Por Silvio.

Com a programação da viagem para o PETAR postergada para o feriadão de 12 de outubro, saímos de Curitiba na quinta-feira (11/10), às 21:00h, depois de dividir as bagagens, pessoas e carros (aperta aqui, empurra ali), enfim, quatro carros, 13 pessoas, incluindo uma nova integrante, a simpática Claudine, que veio de Navegantes depois de saber da programação através do site na internet. Tudo certo, fomos em direção à Barra do Turvo que fica a 100 km de Curitiba pela BR-116, sentido São Paulo. Nosso destino era a cidade de Iporanga, a 60 km de Barra do turvo, estrada de chão bem conservada e tranqüila. Chegamos em Iporanga por volta de meia noite. Paramos para esticar as pernas, faltando apenas vinte e poucos km para chegar no parque, núcleo Santana. Chegando lá, pagamos o camping, pegamos as plaquinhas de identificação das barracas e montamos o acampamento.

O parque do PETAR é mundialmente conhecido pela quantidade de cavernas e variedades de cachoeiras e abismos naturais. O parque possui três núcleos: Santana, Caboclos e Casa de Pedra. Optamos em ficar no núcleo Santana, por apresentar a melhor estrutura (chuveiros quentes, área de lavanderia e abrigos), já que entre as 13 pessoas, estavam os dois mascotes da Associação (Caio - 1 ano e 8 meses e Pedro, de apenas 3 meses). Diga-se de passagem, foi um privilégio e uma enorme satisfação passar os dias com estas ferinhas, que apesar de não poderem caminhar dentro das cavernas, estavam na maioria dos passeios, carregados por seus digníssimos pais (Tuco e Tatinho).

Na sexta-feira pela manhã, visitamos a caverna do Couto, com todo mundo marcando presença. A travessia da caverna dura em média 45 minutos, com retorno opcional pelo mesmo caminho ou por trilha. Em seguida, fomos à caverna do Morro Preto, bastante visitada, apresentando um pouco mais de dificuldade que a primeira. O percurso é pouco mais extenso (cerca de 1 hora e meia) e mais perigoso, porém com formações bem interessantes e belíssimas, entre as quais o "salão das flores" e a prainha. O salão das flores é um lugar de difícil acesso (para chegar até lá é necessário rastejar de costas uns 10m), mas o pequeno sacrifício é recompensado pela exuberância das formações.

No sábado visitamos a caverna de Santana (esta só pode ser visitada com a presença de um guia do parque nos horários pré-determinados pelos mesmos). A caverna é muito preservada por suas formações de estalactites e estalagmites, das mais variadas formas e tamanhos. Algo deslumbrante, vale a pena conhecer. O percurso permitido para visitação dura em média 1 h e 10 min, porém a caverna tem uma extensão muito maior, e sua continuidade só é permitida com autorização prévia, acompanhada de guia, também. Em seguida, visitamos a caverna da Água Suja (aproximadamente 1 hora de percurso) que tem uma imperdível cacheira no final, com água muito límpida, apesar do nome. E para completar o dia, continuando a trilha depois da caverna, fomos à cachoeira das Andorinhas, outro lugar com imensa beleza.

No domingo, fomos à caverna da Lage Branca, a uns 4km da entrada do Parque (sentido Apiaí). Nesta, faz-se uma caminhada de 30 minutos até a boca da caverna, por uma trilha bem aberta. A caverna não tem muitas formações de estalactites/estalagmites, mas tem uma das maiores bocas de caverna onde inclusive haviam algumas pessoas fazendo rapel (cerca de 135m). Lá dentro os salões são bem altos, o que causa um efeito acústico bem interessante. Um certo cuidado devido aos desmoronamentos também é recomendável.
Para fechar com "chave de ouro", voltamos ao Parque e, todos, de banho tomado, paramos em uma pousada (indicada por um amigo do Tuco), e almoçamos uma comidinha caseira. Barriguinha cheia, retomamos a estrada sentido Curitiba, e graças a Deus, chegamos em paz, todos muito bem e felizes pelo passeio. Valeu galera, mais um feriado bacana com a turma da Associação Montanhistas de Cristo.

Daiana e Silvio

Para conhecer o PETAR é aconselhável reservar o camping com antecedência pelo telefone (0XX15) 552-1875, com Gisela/Tadeu.

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