Montanha, meio ambiente, amizade e, principalmente, Jesus
atualizado em 22.03.2004
AS ALTURAS
DOS MONTES PERTENCEM
A DEUS.

Salmo 95:4
 

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AGUDO DA COTIA
Primeira atividade da AMC em 2003 já 'pegou pesado'.

Equipe: Hilton - Klaus - Habib's (vulgo Paulo Raffael) - Gerson - Silvio Calimã


Agudo da Cotia - Serra do Mar Paranaense
Foto: Hilton

A primeira atividade e talvez uma das mais difíceis do ano da AMC foi um
sucesso. O objetivo de atingirmos o cume do Agudo da Cotia foi plenamente
alcançado no dia 03/03/03.

Nossa aventura começou no sábado, debaixo de muito calor, o que dificultou nossa caminhada rumo ao Ciririca, que durou aproximadamente dez horas e meia, mas teve direito até a banho de cachoeira. Chegamos no cume à noite.

EMPINANDO PIPA
No domingo, mudamos a programação original de alcançarmos o Agudo e
estabelecemos um dia de descanso. No cume do Ciririca o Habibs aproveitou para empinar pipa, que construiu sob os olhares atentos e duvidosos dos outros
membros da expedição. Coletamos água da chuva q caiu ao entardecer e tivemos altas conversas sobre Jesus à noite, com o Klaus nos passando muitos
ensinamentos.

AGUDO


A rapaziada no cume do Agudo. Ciririca ao fundo.
Na segunda nos preparamos bem cedo e partimos rumo ao Agudo da
Cotia
. Com o passar das horas, o calor foi aumentando e desgastando nossas
reservas de energia. Com muito esforço e arranhões nas canelas, devido à
trilha fechada, chegamos ao nosso objetivo. Tiramos algumas fotos, escrevemos no livro do cume e partimos, afugentados pelo calor e o sol que nos torrava e pelas butucas gigantes que não permitiam nosso sossego.
Paramos durante uma hora para um breve lanche e descanso no rio existente ao
pé do Agudo e depois retornamos ao Ciririca. Esta investida durou aproximadamente 7 horas, contando as paradas e o tempo no cume.

À noite pretendíamos fazer uma "festa" com direito até a chimarrão, mas o tempo não permitiu e o que vimos então foi uma bateria de raios e trovões que atingiam todas as montanhas da região, menos o Ciririca. Depois veio a chuva e nos restou dormir e acumular forças para a volta.

RETORNO
Saímos do cume do ciririca aproximadamente às 10 da manhã de treça-feira e chegamos à fazenda da bolinha mais ou menos às 4 da tarde. Mais tarde consumimos as tradicionais coxinhas do Posto Tio Doca, nas margens da BR116.

Devo salientar que foi uma das melhores vezes que fui acampar na montanha e, apesar da dificuldade, o grupo que me acompanhou proporciou muita diversão e amizade. Não encontramos o Monstro Comedor de Árvores que habita a trilha do Ciririca. Ficamos sabendo que ele, aproveitando do carnaval, desceu até Antonina para festejar um pouco, já que ninguém o reconheceria, pois achariam que estava fantasiado.

Texto e fotos: Hilton Benke

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