AGUDO
DA COTIA
Primeira atividade da AMC em 2003 já 'pegou pesado'.
Equipe:
Hilton
- Klaus - Habib's (vulgo Paulo Raffael) - Gerson - Silvio
Calimã
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Agudo
da Cotia - Serra do Mar Paranaense
Foto: Hilton
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A
primeira atividade e talvez uma das mais difíceis
do ano da AMC foi um
sucesso. O objetivo de atingirmos o cume do Agudo
da Cotia foi plenamente
alcançado no dia 03/03/03.
Nossa
aventura começou no sábado, debaixo
de muito calor, o que dificultou nossa caminhada rumo
ao Ciririca, que durou aproximadamente dez
horas e meia, mas teve direito até a banho
de cachoeira. Chegamos no cume à noite.
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EMPINANDO
PIPA
No
domingo, mudamos a programação original de
alcançarmos o Agudo e
estabelecemos um dia de descanso. No cume do Ciririca o
Habibs aproveitou para empinar pipa, que construiu sob os
olhares atentos e duvidosos dos outros
membros da expedição. Coletamos água
da chuva q caiu ao entardecer e tivemos altas conversas
sobre Jesus à noite, com o Klaus nos passando muitos
ensinamentos.
AGUDO

A
rapaziada no cume do Agudo. Ciririca ao fundo. |
Na
segunda nos preparamos bem cedo e partimos rumo ao Agudo
da
Cotia. Com o passar das horas, o calor foi aumentando
e desgastando nossas
reservas de energia. Com muito esforço e arranhões
nas canelas, devido à
trilha fechada, chegamos ao nosso objetivo. Tiramos
algumas fotos, escrevemos no livro do cume e partimos,
afugentados pelo calor e o sol que nos torrava e pelas
butucas gigantes que não permitiam nosso sossego.
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Paramos
durante uma hora para um breve lanche e descanso no rio existente
ao
pé do Agudo e depois retornamos ao Ciririca. Esta investida
durou aproximadamente 7 horas, contando as paradas e o tempo
no cume.
À
noite pretendíamos fazer uma "festa" com
direito até a chimarrão, mas o tempo não
permitiu e o que vimos então foi uma bateria de raios
e trovões que atingiam todas as montanhas da região,
menos o Ciririca. Depois veio a chuva e nos restou dormir
e acumular forças para a volta.
RETORNO
Saímos do cume do ciririca aproximadamente às
10 da manhã de treça-feira e chegamos à
fazenda da bolinha mais ou menos às 4 da tarde. Mais
tarde consumimos as tradicionais coxinhas do Posto
Tio Doca, nas margens da BR116.
Devo
salientar que foi uma das melhores vezes que fui acampar
na montanha e, apesar da dificuldade, o grupo que me acompanhou
proporciou muita diversão e amizade. Não encontramos
o Monstro
Comedor de Árvores que habita a trilha do
Ciririca. Ficamos sabendo que ele, aproveitando do carnaval,
desceu até Antonina para festejar um pouco, já
que ninguém o reconheceria, pois achariam que estava
fantasiado.
Texto e fotos: Hilton Benke
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